AULINHA ESPERTA
Estudando matemática
Fica chato se sozinha
Convida-se a gramática
Resolvendo o probleminha...
Fica chato se sozinha
Convida-se a gramática
Resolvendo o probleminha...
Os números chegam sozinhos
Tem duvidas pode apagar
Escreve tudo de novo
E pode simplificar...
Se um se junta com zero
Vem o dez de lero-lero
Depois o dois com dois
Os patinhos saem nadando
E vamos cantarolando...
E se o dois se junta ao três
Grita logo é sua vez
Cinco sorvetes gelado
Olha ai o resultado...
E vai à matemática teimosa
Cantando pela escola
Um dois três
Agora é a sua vez...
Tem duvidas pode apagar
Escreve tudo de novo
E pode simplificar...
Se um se junta com zero
Vem o dez de lero-lero
Depois o dois com dois
Os patinhos saem nadando
E vamos cantarolando...
E se o dois se junta ao três
Grita logo é sua vez
Cinco sorvetes gelado
Olha ai o resultado...
E vai à matemática teimosa
Cantando pela escola
Um dois três
Agora é a sua vez...
Alfabetizar
É como um gatinho
Desenrolando um novelo
Costurar as dificuldades
Remover os remendos
E como sabê-lo?
Mas quem saberá?
De repente surge
Bailando
Girando
Sem nada notar
A palavrinha se forma
Aquele espanto!
A criança ri
Acha graça
Tudo é encanto...
O piquenique
A bicharada foi convidada
A lagartixa abriu o lençol
Colocou biquíni deitou-se ao sol
Ali ficou o dia deitada...
As borboletas não paravam
No seu bailado perfumava as flores
Deixava o dia esbanjando cores
E felizes no jardim brincavam...
As formigas bundudas
Cortava e cortava grama
Queriam fazer uma cama
No fim estavam cansadas
Ou bichinhas atrapalhadas...
Os passarinho não ficaram de fora
Montaram logo uma orquestra
Num farfalhar de asas chegam animados
O papagaio linguarudo foi embora...
E chegam os bichos rastejantes
A cobra toda elegante
O camaleão só sabia bocejar
Num canto foi roncar...
A bicharada foi convidada
A lagartixa abriu o lençol
Colocou biquíni deitou-se ao sol
Ali ficou o dia deitada...
As borboletas não paravam
No seu bailado perfumava as flores
Deixava o dia esbanjando cores
E felizes no jardim brincavam...
As formigas bundudas
Cortava e cortava grama
Queriam fazer uma cama
No fim estavam cansadas
Ou bichinhas atrapalhadas...
Os passarinho não ficaram de fora
Montaram logo uma orquestra
Num farfalhar de asas chegam animados
O papagaio linguarudo foi embora...
E chegam os bichos rastejantes
A cobra toda elegante
O camaleão só sabia bocejar
Num canto foi roncar...
O porco
Arrumou-se colocou perfume
Calçou bota pôs chapéu
Usou gravata listrada
E camisa bem arrumada...
No curral passou pelo burro
Que riu e relinchou
Deixando o porco irritado
Vai logo mal educado...
Mas o porco nem ligou
Das criticas do invejoso
Encontrou a cabrita teimosa
Mas não queria mesmo prosa...
O porco seguiu viagem
Estava mesmo apressado
Ia ver a namorada
No chiqueiro bem ao lado...
E logo estavam juntinhos
Ele todo perfumado
A porquinha enlameada
Cheirava muito mal...
O porco desiludido
Decidiu voltar pra casa
E o burro que o esperava
Ria e relinchava...
Arrumou-se colocou perfume
Calçou bota pôs chapéu
Usou gravata listrada
E camisa bem arrumada...
No curral passou pelo burro
Que riu e relinchou
Deixando o porco irritado
Vai logo mal educado...
Mas o porco nem ligou
Das criticas do invejoso
Encontrou a cabrita teimosa
Mas não queria mesmo prosa...
O porco seguiu viagem
Estava mesmo apressado
Ia ver a namorada
No chiqueiro bem ao lado...
E logo estavam juntinhos
Ele todo perfumado
A porquinha enlameada
Cheirava muito mal...
O porco desiludido
Decidiu voltar pra casa
E o burro que o esperava
Ria e relinchava...
O menino sem juízo
Sonhava
Viver no paraíso
Pegava um livro
Lia relia
Nada entendia...
Mas escrevia
Tudo que sentia
E assim
Virava poesia...
Perfumava a dor
Com cheiro de flor..
Dizia que o amor
Era a voz do clamor...
Que o dia
Não passava
Para quem
Nunca sonhava...
Quem não soubesse viver
Não saberia crer
Que Deus
É o nosso viver...
E assim escrevia
O menino sem juízo
Como ele mesmo
Dizia vivia no paraíso...
Sonhava
Viver no paraíso
Pegava um livro
Lia relia
Nada entendia...
Mas escrevia
Tudo que sentia
E assim
Virava poesia...
Perfumava a dor
Com cheiro de flor..
Dizia que o amor
Era a voz do clamor...
Que o dia
Não passava
Para quem
Nunca sonhava...
Quem não soubesse viver
Não saberia crer
Que Deus
É o nosso viver...
E assim escrevia
O menino sem juízo
Como ele mesmo
Dizia vivia no paraíso...










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